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Ronco e Apneia do Sono
Quem não conhece alguém que ronca? E quem não conhece alguém que ronca, ser motivo de chacota? Sim, o ronco é uma doença que causa constrangimento e segmentação social e pode levar a uma outra doença que causa ainda maiores danos, a chamada apneia do sono.

Apesar da restrição social imposta pelo ronco, esta primeira doença não causa, em curto prazo, danos físicos definitivos.
Entretanto, o ronco é uma doença progressiva, que tende a, gradualmente, agravar-se até o ponto de evoluir para uma patologia chamada Apneia do Sono. A apneia do sono consiste em paradas respiratórias durante o sono, por no mínimo 10 segundos seguidos.
Calculamos a sua gravidade pelo número de paradas por hora que o indivíduo tem, por exemplo. Um índice de 15 (IAH) significa que durante o sono, ele para de respirar pelo menos 10 segundos, 15 vezes por hora. Essas paradas podem chegar a 120 segundos (sendo considerada apenas 1 apneia), assim como o índice pode variar de 0 a mais de 100, ou seja, nenhuma ou mais de 100 apneias por hora. A Academia Americana de Doenças do Sono as classificam assim:

Até 5 apneias por hora: normal
De 6 a 15 apneias por hora: leve
De 16 a 30 apneias por hora: moderada
Mais de 30 apneias por hora: severa

    Alterações do Sono
  • Sono agitado
  • Ronco
  • Pesadelos recorrentes
  • Terror noturno
  • Apneia do sono

Sintomas (se você apresenta um ou mais destes sintomas, você deve nos procurar para uma avaliação):

  • Sonolência durante o dia
  • Cansaço
  • Depressão


  • Perda de memória
  • Irritabilidade
  • Impotência




  • Sinais (riscos)
  • Angina
  • Síndrome metabólica e dificuldade de emagrecer
  • Hipertensão arterial
  • Infarto do miocárdio




  • Acidente vascular cerebral
    (o apneico tem 5 vezes mais chance de ter um infarto ou AVC)

Aumento do risco de acidentes automobilísticos 7 vezes superior



Fatores predisponentes:

A obesidade e idade avançada são outros fatores que podem desencadear ou piorar a apneia. Estudos estão sendo realizados para a comprovação de doenças vinculadas a apneia do sono, inclusive, da Diabetes tipo II e alguns distúrbios do metabolismo.

Tratamentos:

Para o correto diagnóstico são necessários exames específicos solicitados por uma equipe médica multidisciplinar (cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e dentistas) para que seu tratamento seja realizado com total segurança e eficiência. O mais importante é a polissonografia, um exame onde você dorme em um laboratório e seu sono é monitorado durante toda a noite. Exame este indispensável.



Hoje, o tratamento de eleição, pela maior parte dos médicos envolvidos, é o CPAP (pressão positiva contínua). O CPAP é um aparelho que injeta ar sob pressão pelas narinas, fazendo a desobstrução das vias aéreas. É um tratamento altamente eficiente mas pouco aceito pelos pacientes por ter um custo elevado e ser de difícil adaptação.



Por se tratar de um tubo que liga uma máscara facial (pacientes relatam muito incômodo com seu uso) a uma máquina que emite ruídos por toda noite, metade dos pacientes que usam o CPAP desistem do tratamento em 1 ano e 80% desistem em até 3 anos. Existem ainda as cirurgias palatais de tecido mole (remoção de parte do céu da boca) que estão praticamente abolidas porque o paciente volta a ter apneias, e hoje essas cirurgias são indicadas em casos bem específicos, tendo uma efetividade ainda bastante duvidosa. As únicas cirurgias realizadas em pacientes com apneia, que realmente funcionam são as Ortognáticas (aquelas que deslocam os ossos da face), em especial aquelas que trazem os ossos maxilares acima de 1 cm para frente, mas elas são caras, restritas a alguns casos e por ter um pós-operatório nada agradável, essas cirurgias têm alto índice de rejeição, mas são as únicas que realmente curam.



Devido a isso, a odontologia vem desenvolvendo aparelhos intraorais (AIO) específicos para tratamento do ronco e da apneia do sono que possui um alto índice de aceitação e possui mais de 80% de eficiência comprovada. São aparelhos simples e confortáveis, que você pode levar onde quer que vá, resolvendo a sua apneia e seu ronco, mesmo que você esteja em uma viagem de avião ou ônibus.



Os aparelhos intraorais não são os tratamentos mais eficientes, mas são os que garantem os melhores resultados, a custos acessíveis, pouco invasivo e reversível, sem incomodar a sua noite de sono e de seu parceiro(a).



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